Mas, no entanto existe outro fator que pode interferir na formação universitária de um jovem, os pais!
O filho desde pequeno sonha com uma carreira brilhante, ele se dedica seus 11 anos escolares para entrar na faculdade de seus sonhos e seguir sua carreira excepcional, porém ela pode ser frustada pelos pais, é isso mesmo, aqueles indivíduos que deveriam apoiar as decisões de seus filhos acabam por apagar os sonhos deles por causa de um apego sentimental, aquele protetor, e por medo não deixam seus filhos irem estudarem fora, ou seja, se não existe boas faculdades em sua região, ou o curso que pretendiam concorrer durante todo o período de ensino básico, acabam por ter que fazer qualquer curso de gosto de seus pais e por fim tem uma má formação, por infelicidade de não poderem ter tido a chance de estudar onde queriam e por desinteresse nesta outra carreira que teve que optar por obrigação. Por que isso acontece? Será que talvez seja que vossos pais enfrentaram grande dificuldade em suas vidas? O que digo é que muitos pais na idade de 17 ou 18 anos saiam de casa para irem enfrentar o mundo face a face, longe de seus pais e sabem da realidade de como é morar só e sem proteção por perto, sim entendo o quanto isso é ruim, mas vivemos em outro momento, tornou-se mais fácil morar fora, mas o ensino não é o mesmo em todos os lugares, e nem sempre também têm-se o curso querido na cidade em que mora, ou em algum lugar próximo a sua cidade, por isso a vontade de ir morar-se fora.
Mas muitos jovens são reprimidos e ficam em um mal-estar profundo durante anos, até que um dia possam realizar seu sonho acadêmico.
Pais, não deve reprimir os sonhos de vossos filhos, pois, eles tem que aprender a viverem por si próprios, tem que vivenciar a verdade face a face, assim aprenderão a ser mais maduros e adquirirão uma grande experiência de vida, seja por morar fora e também seja pela felicidade por realizar seu sonho de carreira. Outra crítica também é que, vocês pais já viveram mais do que metade de suas vidas, e vossos filhos ainda estão por começar, um dia vós poderão faltar e o que eles terão aprendido ao ficar sendo mantidos em um apego familiar protetor? Vale a pena então forçar-lhes a ficarem por perto? Não concordo com essa ideia de repreensão, mas sim que eles devem voar para longe e o mais alto possível, pois buscar o conhecimento é um dever de vida.
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